
AINDA A QUESTÃO DA PRODUTIVIDADE
Ontem fui obrigado a esperar 4 horas numa casa vazia pelo senhor da EPAL (companhia das águas). Poderia estar a trabalhar, a ajudar velhinhas a atravessar a rua, ou a limpar as paragens de autocarro das resmas de beatas... Mas não: se queria ter água na torneira tinha de aguardar entre as 14h e as 18h. Na ocorrência, o senhor chegou às 18.35h (o dia tinha-lhe corrido mal).
Escusado será dizer que solicitei que me dessem a hora exacta da ligação presencial. Ou a hora aproximada. Ou que me telefonassem um pouco antes. Que não. Que a regra é perder meio-dia de trabalho. E bem bom que não foram 8 horas...
Será que somos tão poucos a citar o nosso cavaco na sua única frase de jeito: "deixem-nos trabalhar"...?
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